Saturday começa como o xadrez que você já conhece — você senta, aprende como as peças se movem, ganha uma partida ou outra — e depois para de ser só xadrez. Um clube que lembra de cada partida que você já jogou contra ele, um plantel que cresce uma peça de cada vez, e um tabuleiro que não para de mudar de forma debaixo de você.
01
Um clube que vai ficando mais forte
Cada rival entra com mais peso que o anterior. Peso, não número de peças, é a moeda — e entrar abaixo do limite é uma aposta deliberada que compra ofertas melhores na mesa depois.
02
Peças que o xadrez nunca teve
Desbloqueadas jogando de um jeito específico: vencer sem perder ninguém, vencer sem comer uma única peça, dar xeque-mate com uma peça que atravessou quase o tabuleiro inteiro no lance que terminou a partida.
03
Um tabuleiro que cresce com você
Começa pequeno e ganha uma dimensão a cada passo da run — neblina de guerra, zonas corrompidas, e tabuleiros com casas que simplesmente não existem.
04
Música que sabe como a partida está indo
Uma prateleira inteira de estilos gerados — rock, funk, disco, metal entre eles — feitos com osciladores e ruído filtrado, nunca uma gravação. Acelera quando você está pressionando, e fica tensa quando não está.
05
Um cachorro cujo dono ninguém nunca viu
Perca sábados suficientes seguidos e algo começa a deixar peças atrás das suas linhas antes da próxima partida — nunca explicado, nunca negado.
06
Uma história contada nos intervalos entre as partidas
As cartas do pai ficam mais curtas. O presidente tem opiniões. Nada disso é dito sobre o tabuleiro — xadrez é xadrez, a história acontece na volta para casa.